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Blog de edvaldocarvalho94
 


Comentários sobre o último texto apresentado em aula “A construção do conhecimento sobre a escrita” e conclusão do portfólio eletrônico.

         Acredito que essa nova forma de avaliação, tornou-se, ao longo deste semestre, um grande desafio para muitos, pois, posso afirmar, de forma inequívoca, que, assim como eu, pouquíssimos colegas de sala já dominavam bem essas novas ferramentas (internet, blog, portfólio entre outras).

         Não vou polemizar se o professor está certo ou errado; até porque, ele não fechou questão sobre a avaliação nos moldes cibernéticos (risos), ou seja, todos são testemunhas que, os colegas que, de fato, não conseguiram, dentro do tempo que tivemos, aproximadamente 4 meses, se adaptarem a essas inovadoras formas de trabalho, tiveram a oportunidade de fazerem suas avaliações dentro do antigo paradigma de avaliação.

         Realmente, para mim, logo de início, foi muito difícil, e continua sendo, pois era tudo muito novo; porém, eu precisava enfrentar o desafio proposto e felizmente, apesar de ter me estressado muito chegamos a o final de mais uma etapa.

         A proposta, de fato, é muito interessante e tem tudo haver com o momento atual. Acredito que em pouquíssimo tempo, o professor que não souber manusear tais ferramentas, estará completamente alijado do sistema educacional brasileiro.

         Em relação ao acima exposto veja o seguinte exemplo: atualmente, está sendo veiculada uma propaganda na TV em que um professor está manuseando um notebook. O professor, no decorrer de seu diálogo com um aluno, diz que tal ferramenta foi um presente do governo do estado e que todos os professores do ensino fundamental também irão receber um igualzinho aquele. Percebe-se, através dessa propaganda que, ao que se refere a este tema, não tem jeito, todos os professores deverão se adaptar a esse novo modelo padrão de trabalho. O PC e a internet fazem parte de nossas vidas.

         Eu gostaria de ter tido mais tempo para me dedicar a essa disciplina; porém, infelizmente, nesse semestre, não foi possível. O que fica de experiência positiva é o fato de, mesmo que a duras penas, os obstáculos foram superados.

         Por tudo que foi dito em sala de aula, pelas experiências que tenho com o meu filho Gabriel de 13 anos; e também, tendo como base os textos apresentados; posso dizer, sem nenhum medo de erra, que a construção do conhecimento sobre a escrita começa muito antes de uma criança sentar-se um banco escolar; a construção do conhecimento sobre a escrita começa dentro do próprio ambiente familiar.

         Vou ficando por aqui, até uma próxima oportunidade. Um grande abraço para todos. Edvaldo Blog e seu Portfólio Eletrônico

        



Escrito por edvaldocarvalho94 às 23h22
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CONTINUAÇÃO.

 

            Um pouco mais adiante, porém nessa mesma perspectiva, a autora vai nos falar sobre diferentes níveis, (nível 1, 2 e 3), que crianças de classes sociais diferentes, porém de mesma idade, entre 4 e 7 anos, encontram-se em relação a alfabetização e a interpretação de um texto.

            Essa parte do texto chamou muito a minha atenção, sobre tudo, ao que se refere, a desconstrução do conceito que eu tinha sobre a influência da questão econômica/social na alfabetização.

            Logo que o Ivan começou a falar sobre o menino de classe média que conseguia decodificar e fazer uma leitura correta o texto eu disse o seguinte: “olha a classe social do menino”. Muito educadamente o Ivan disse-me que, um pouco mais adiante, eu iria perceber que minha argumentação estava mal fundamentada, pois outra criança da mesma faixa etária, porém moradora de uma comunidade carente (favela), também conseguira ter o mesmo desempenho na mesma tarefa.

            Não vou me aprofundar nesse debate, até porque, o texto 6 está me esperando (risos), porém, nessa aula, uma coisa eu aprendi; se não tiver lido o texto inteiro, a melhor coisa que devo fazer e não dar palpite.

            Edvaldo Blog e seu portfólio eletrônico vai ficando por aqui. Até a próxima.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 21h35
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Então, vamos continuar falando sobre o texto de nº 5? Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem.

 

Quinta feira 09 de julho de 2009. Ufa, consegui. Apesar de não ter ido à aula hoje, pois, infelizmente, tive que passar, praticamente, o dia inteiro com o Isaquinho no hospital; o moleque chegou ao hospital com 40º de febre, vai vendo; consegui, ainda que arrebentado de cansado, consegui sentar-me diante do, monstro de um olho só (risos), computador e dar continuidade ao me portfólio eletrônico.

Realmente o tio Ivan tem razão, mesmo discordando dele em alguns pontos, não posso discordar de muitos se não ele me deixa reprovado, ele tem razão, essa ferramenta chamada internet pode, de fato, nos ajudar muito, como por exemplo, mesmo eu tendo faltado à aula, eu consigo atualizar minhas tarefas. Então, sem mais conversa fiada vamos lá.

Irei tecer um comentário sobre o menino Vitor de cinco anos e dois meses, onde a autora argumenta sobre a questão da parte para o todo.

Nota-se que realmente faz muito sentido a explicação da autora, pois o BA somente fica extremamente vago; somente o BA pode-se transformar em, por exemplo, bala, balanço, batom, etc. Agora, a partir do momento que o educador inclui uma outra letra, ou seja, uma terceira letra, dando mais de que uma pista para o alfabetizado conseguir chegar, a sua compreensão, em relação ao que se espera que ele pronuncie, fica muito mais fácil.

Pessoal eu vou ficando por aqui. Até a próxima.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 22h41
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Reflexão sobre o texto 5; autora Emilia Ferreiro; aula do dia 02/07/09. Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem*

            Observa-se que, inicialmente, o autor já nos leva a fazer uma reflexão sobre tudo àquilo que entendemos por processos de aprendizagem, e as bases que fundamentam as suas argumentações estão, nada mais nada menos, alicerçadas nas pesquisas de escrita e leitura de Piaget.

            Comentário do professor Doutor Ivanildo Amaro da UERJ/FEBF, da última aula, dia 02 de junho de 2009, que, de fato, merece nota de destaque: Se o paradigma de educação que fora implementado no Brasil, nos últimos 30/40 anos, estivesse dando certo; não estaria acontecendo, nesse momento, tantas transformações  educacional; principalmente ao que se refere à forma de ingresso nas Universidades Públicas e, também, na forma de aplicação dos vestibulares”.

            Nesse mesmo sentido, observaremos o que a autora na pag. 10 de seu trabalho irá nos tecer alguns comentários sobre os modos de representação pré-alfabéticos. Sabe-se que muito antes de uma criança ser alfabetizada, ou seja, de fato, saber ler e escrever; ela passa por um processo muito interessante que é o de aprender a falar, e é exatamente nesse momento que o processo de alfabetização tem início.

            Em uma simples conserva com uma criança de 3 anos, por mais incrível que se possa parecer,  pode-se dar início ao processo de alfabetização, por exemplo, apresenta-se para a pequena criatura (risos) as letras e, a partir daí, de forma bem lúdica, pode-se trabalhar vários processos de formação de sílabas ou até mesmo de palavras simples.

            Ao invés de fazer a criança ficar decorando que b com a é = b a; podem-se trabalhar perguntas e resposta sem se precisar decorar, por exemplo, bola começa com (...) b; a deixa para essa resposta já é o início da palavra, ou seja, o b.

            Por hora é só; não percam as cenas dos próximos capítulos de Edvaldo Blog e seu portfólio eletrônico (risos). Bom domingo.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 15h04
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Texto 3, contexto de alfabetização na aula. De Ana Teberosky e Núria Ribeira.

 

            A primeira coisa que eu gostaria de destacar nesse texto é o fato das autoras, ao invés de utilizarem o termo a criança, como normalmente os outros autores fazem, elas utilizam-se da expressão meninos e meninas. Acredito que essa simples mudança no vocábulo deste trabalho, também seja reflexo ou até mesmo faça parte do novo paradigma da educação brasileira que ao longo de, aproximadamente, 25 anos vem sofrendo grandes transformações.

            Se outrora acreditava-se, e até mesmo existia-se um senso comum que dizia, que uma criança somente poderia aprender a ler e a escrever, ou mesmo ser alfabetizada, dentro de uma escola; hoje em dia percebe-se que esse tipo de pensamento já sofreu uma grande mudança. Essa mudança está acontecendo na forma de pensar de boa parte dos educadores e, também, por uma parcela significativa da sociedade que não agüenta mais o me engana que eu gosto.

            Nesse mesmo sentido, as autoras inicialmente argumentam que atualmente já se aceita que, ao iniciar a educação infantil, a criança já tenha um prévio conhecimento sobre a linguagem e a escrita; elas ainda afirmam que essa mudança na percepção do conhecimento da criança em relação ao aprendizado fora do ambiente escolar configura-se em uma mudança radical em relação à visão tradicional da educação infantil em nosso país.

            Nessa perspectiva observa-se que, há algum tempo, acreditava-se que uma criança, antes de entrar para escola era simplesmente imatura e ignorante, ou seja, ignorava, não questionava e, também, não conseguia fazer, guardando-se é claro as devidas considerações, uma leitura do mundo e de todo o contexto de sons e imagens que estão à sua volta.

            Observa-se que dentro do próprio contexto social e familiar, meninos e meninas, ainda bem cedo, ou seja, muito antes de se pensar na questão referente a alfabetização, já começam, mesmo que essa não seja a intenção de seus pais, a decodificarem o mundo de letras e cores que está em sua vota.

            Em relação ao que fora falado no parágrafo anterior, pode-se citar, por exemplo, uma criança de um pouco mais de um ano, que ainda não consegue pronunciar as palavras corretamente; sendo assim, é óbvio que também ainda não sabe ler; essa criança, ao ver uma garrafa de refrigerante (coca cola), diz para mãe, como se tivesse lendo o rótulo da mesma, mamãe, ou algo muito parecido com mãe, quero coca. Essa criança sabe ler? É claro que não; ela simplesmente consegue decodificar códigos e se comunicar pedindo a sua mãe aquilo que lhe interessa.

            Existem várias formas de se trabalhar com uma criança a leitura e a escrita antes mesmo dela entrar para uma escola, entre as quais pode-se citar as seguinte: manipulação de matérias, tais como lata de leite, caixa de sabão em pó, garrafa de refrigerante entre outros materiais tangíveis. Nesse mesmo sentido, de forma bem lúdica, pode-se também trabalhar com a criança o preparo de um bolo; tanto na forma de fazer o bolo, como também na relação dos ingredientes.

            Constata-se que além da forma que fora acima explicitada, também se pode trabalhar com a criança da seguinte maneira: observação dos adultos; o adulto, nesse contexto, trabalhará com um livro ilustrado; daí ele vai lendo e apresentando para a criança as figuras da história que está sendo contada. A partir daí o adulto fará, para criança, algumas perguntas como, por exemplo, se esse for o caso, qual era a cor do chapéu do chapeuzinho vermelho? Espera-se que a criança responda corretamente.

            Além dos métodos acima citados pode-se ainda trabalhar os seguintes: fazer leitura para criança em voz alta, para que a criança possa, a partir da leitura do adulto, também ter condições de fazer uma leitura, não de vocábulos, mais sim de códigos; ditado do professor em voz alta, esse aspecto é muito parecido com que o Ivan falou em aula, por exemplo, diálogo entre o adulto e a criança: o adulto fala mochila; o adulto pergunta para a criança mochila começa com que letra, a criança responde letra (m); nesse caso existe uma relação entre a fala e a grafia. Além desses existem ainda: perguntar e receber resposta, ação de escrever e produzir textos longos; nós iremos comentar esses três últimos em uma próxima oportunidade.

            



Escrito por edvaldocarvalho94 às 16h57
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5ª e 6ª AULA

Essas aulas trataram do seguinte texto; Oralidade e Escrita: perspectiva para o ensino de língua materna. De Leonor Fávero, Maria Lúcia Andrade e Zilda Aquino.

Nessa ocasião o Ivan nos apresentou uma dinâmica de trabalho bem diferente, ou seja, foram-nos apresentadas algumas perguntas que deveríamos responder em dupla e em sala de aula; daí então passaríamos as respostas por e-mail para o professor e ele iria reenviar o nosso trabalho para uma outra dupla fazer uma avaliação do nosso trabalho sem que ninguém soubesse de quem, de fato, era o trabalho recebido. Coisa de louco rsrsrsrs.

Muito bem, respondemos as questões e, por conseguinte, também avaliamos nossos colegas; não sei se avaliamos corretamente, mas o que importa é que avaliamos.

 

 7ª AULA

        Nesse nosso encontro trabalhamos o texto (Contexto de Alfabetização na Aula) de Ana Teberosky e Núria Ribera.

        Nessa oportunidade o professor nos fez uma nova proposta de trabalho; a proposta era a seguinte: deveríamos formar, dessa vez, um grupo e prepara um áudio/vídeo que tratasse desse tema.

        Muito bem, dentro em breve eu estarei postando o meu vídeo, quem viver verá (risos). Eu sou brasileiro e não desisto nunca.

 

De frente com a verdade.

 

         Na 8ª aula no dia 04/06/2009, foi feita em sala a primeira socialização dos portfólios; foi exatamente nesse dia que eu tive a percepção que eu estava todo enrolado com essa disciplina e que eu precisava dar uma atenção maior para ela. O professor me perguntou se eu iria socializar o meu blog/portfólio, eu, sem a menor graça, disse ao mesmo que apresentaria em uma próxima oportunidade. Com toda vênia nobres colegas de classe, como é que eu vou apresentar uma coisa que não está pronta? Felizmente, após ter percebido que o Ivan, (o terrível), não está para brincadeiras, passei todo o meu domingo dia 21 de junho fazendo aquilo que eu deveria ter feito durante todo o semestre e não fiz, ou seja, alimentar o meu blog com tudo aquilo que foi estudado e debatido em sala de aula.

Como eu já disse, não pretendo fazer prova no modelo antigo; então, na próxima quinta-feira, estarei lá, é isso mesmo, lá na boca do lobo socializando o meu portfólio.

Sem mais para o momento, vou descansar um pouco a minha carcaça, pois estou sentado de frente para esse tal de computador já a mais de 10 horas, fui.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 23h46
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Quarta aula

Em nossa quarta aula o professor reuniu toda a turma na sala de vídeos para dirimir, de uma vez por todas, as dúvidas sobre a construção do Blog e do Portfólio Eletrônico. Mesmo depois de toda aquela explicação e de toda a paciência do professor; não quis falar nada, porém, ainda estava com bastantes dúvidas sobre como começar a trabalhar com essa ferramenta.  



Escrito por edvaldocarvalho94 às 16h53
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TIPOS DE TEXTO E GÊNEROS DE TEXTO

 

Tipos de textos:

Tipos de textos se referem às características lingüísticas do texto produzido. É o texto construído teoricamente.

 

Gêneros de textos:

O Gênero do texto diz respeito ao texto materializado, a forma como ele se apresenta. O Gênero possui características sócio-comunicativas sendo formulado de acordo com o conteúdo a ser veiculado, a que se destina o texto produzido.

 

Diferentes dos Tipos de Textos, os Gêneros de Textos são tantos que não possuem um número definido. Eles podem ser: piadas, bulas de remédio, cartas entre outros.

 



Escrito por edvaldocarvalho94 às 16h37
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3ª AULA

Texto: (Processos Iniciais de Leitura e Escrita), Rosineide Magalhães de Souza.

O texto fala, basicamente, sobre a educação para crianças de até seis anos de idade.

Segundo a autora, antes de a criança aprender a ler as palavras ela aprende a ler o mundo de imagens, sons e diferentes cores que está a sua volta, ou seja, a leitura não acontece somente dentro da sala de aula; através da fala da autora percebe-se que a criança aprende muito com a leitura oral de um texto, ela afirma que explorar a produção oral de textos espontâneos leva a criança a perceber a relação de sentido na construção da linguagem dos textos.

O processo de alfabetização não se dá em um ambiente alheio à vida da criança. A escola não é alheia à vida dos alunos. Antes de decodificar a escrita, o aluno lê rótulos, (exemplo: meu filho que, alias, ainda tem dificuldades para se comunicar, não obstante a esse fato, aponta para a lata o diz claramente leite.), placas, cores. Portanto, cada atividade feita com o propósito de alfabetizar deve envolvente e prazerosa, para que a leitura seja sempre um ato de satisfação e divertimento.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 16h20
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Exercício Reflexivo 01

 

Eu fiz esse exercício em dupla com a Jéssica; apesar de ter recebido todos os e-mail referentes a ele, infelizmente, eu não tenho mais os seus arquivos no PC, pois o mesmo apresentou uma pane e boa parte de tudo que eu tinha arquivado foi perdido (A LEI DE MORF NÃO AJUDA MESMO NÉ? rsrsrsrs).

Eu tenho o mesmo impresso, se necessário for eu levo no dia da 2ª apresentação/socialização dos portfólios; a propósito, após ter passado um domingo inteiro trabalhando nesse trem, gostaria de ter a oportunidade de apresentá-lo.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 15h46
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Bem, tudo que existe tem um propósito certo? Então quais são os propósitos do portfólio? Então vamos lá.

 

Propósitos Gerais:

1 – Manusear múltiplas ferramentas tecnológicas a expressão linguagens diferenciadas e a evidência de aprendizagens múltiplas. (antes de começar essa disciplina eu não tinha o menor interesse por esse tipo de assunto, mal lia e respondia e-mail; em nome do meu filho mais velho);

2 - Proporcionar a interação entre teoria e prática no âmbito do ensino da língua materna (há, de fato, uma grande interação entre a teoria de aprendizagem e as postagens feita em casa; pratica com a ferramenta computador/internet.);

3 – Evidenciar os processos de aprendizagem relativos aos conhecimentos específicos da disciplina TAELP 1 A;

4 - Vivenciar a avaliação formativa como princípio teórico/prático para o trabalho pedagógico do professor e dos graduandos de modo a propiciar uma atuação conjunta para promover as aprendizagens;

5 – Sistematizar as produções para evidenciar os progressos nas aprendizagens.

Propósitos específicos:

 

1 – Compartilhar conhecimento, informações e experiências acerca da alfabetização e seus processos; (na prática não consigo executar essa tarefa, pois não trabalho com alfabetização, porém, pelos testemunhos que ouço de meus colegas de sala de aula que labutam nesse campo, os debates, que estão acontecendo dentro de sala de aula, têm colaborado de forma muito significativa para o aprimoramento do trabalho na prática).

2 – Apurar a prática de leitura e análise dos textos proposto pela disciplina;

3 – Sintetizar o conhecimento adquirido através das aulas e das leituras e sanar possíveis dúvidas;

4 – Desenvolver um maior compromisso com cumprimento de prazos e regras (estou mal na foto. Atrasei tudo, porém com força muita coragem e determinação vou tentar não fazer as provas no padrão antigo. O Ivan tocou maior terror, rsrsrs.).

 

Descritores do Portfólio:

1 – Cumprimento dos propósitos gerais;

2 – Cumprimento dos propósitos específicos;

3 – Cumprimento de prazos (Ivan, data vênia, nem vou comentar).

4 – Construção processual, ao longo do semestre (me atrasei um pouco mais ADSUMUS)

 



Escrito por edvaldocarvalho94 às 15h29
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Falando sobre avaliação

         Constata-se que no atual paradigma educacional, a avaliação coloca-se como um dos temas mais recorrentes nos debates; isso se deve ao fato de a avaliação envolver relações explicitas e, também, implícitas de poder na relação do ensino e da aprendizagem.

         Simplificando, poderíamos dizer o seguinte: a avaliação, seguindo essa perspectiva, ou seja, modelo tradicional de verificação de aprendizagem torna-se um grande trunfo nas mãos dos professores, vamos fazer uma prova e quem não souber responder corretamente estará reprovado.

         Talvez para uma pessoa mais nova, que não tenha conhecido o modelo de alfabetização brasileira das décadas de 70 e 80, não seja tão difícil compreender essas mudanças. Porém, para mim que sou fruto de uma escola onde o Projeto Político Pedagógico (PPP) fora feito pela própria ditadura, torna-se um pouco mais difícil ter esse entendimento; felizmente o Ivan tem conseguido me provar que, de fato, a forma como fomos alfabetizados e aprendemos as coisas naquela época, realmente, já não tem mais nada haver com o mundo que vivemos. Ainda bem que eu não falto as aulas rsrs.

         Já que estamos falando sobre a importância da avaliação; é nesse contexto que surge a avaliação formativa; uma avaliação que da suporte para as aprendizagens dos alunos e os auxilia em seu desenvolvimento cognitivo.

        Nesse mesmo sentido, o professor e o aluno caminham juntos não há repressão/coação por parte do professor e nem, tampouco, medo de uma única avaliação (prova) por parte do aluno.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 14h11
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Minha humilde reflexão sobre os fatos

 

Muito bem, já temos uma idéia do que seja um portfólio e já sabemos para que serve o Blog; ta, e daí, o que faremos a partir de agora? É exatamente nesse ponto que eu observo que o professor Ivan quer chegar, ou seja, eu percebo que ele quer nos fazer enxergar novas possibilidades, ou seja, novas formas de ensino, aprendizagem e avaliação; foi assim desde que começamos nossos encontros no último semestre, ele sempre nos disse que existem outras possibilidades para se educar e avaliar uma criança.

Sair do tradicional e ultrapassado é possível sim e é nisso que precisamos acreditar. Tem que ser assim, porque sempre foi assim não cola para o Ivan (o terrível rsrsrs).  Precisamos acreditar que, se bem implantado, os Ciclos do desenvolvimento Humano podem ser uma boa direção para o aprendizado; que com um projeto escolar levado a sério a Retenção no Ciclo acontece de forma séria, e que Ciclos do Desenvolvimento Humano e Promoção automática, chamada por alguns de aprovação automática não têm nada haver.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 12h58
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A minha sorte é que eu falto pouco as aulas de TAELP rsrs.

Apesar de não ter cumprido o prazo estabelecido para a primeira avaliação/socialização, tive a oportunidade de ver outros colegas fazerem a apresentação de seus trabalhos e, a partir dessa perspectiva vou trabalhar no sentido de não precisar fazer uma avaliação tradicional que, diga-se de passagem, é sinistra.

MAIS O QUE É O PORTFÓLIO?

            O portfólio, assumindo no processo educativo como procedimento de avaliação formativa, se caracteriza por um conjunto de produções do aluno em seu processo vivenciado de aprendizagem e de construção de conhecimento, ou seja, à medida que o aluno vai tomando conhecimento da matéria, tendo pelo menos um conhecimento básico de informática, vai apresentando seu entendimento sobre a disciplina para o professor; tendo a oportunidade de receber do mesmo resposta sobre suas conclusões sobre o tema estudado.

 

         Segundo (Braton e Collins, 1997, p.3) “Cada portfólio é uma criação única porque o aluno seleciona as evidências de aprendizagem e inclui reflexões sobre o processo desenvolvidotrocando em miúdos não dá para colar do colega rsrs.

         Já para o Doutor Ivanildo Amaro de Araújo, meu prezado professor de TAELP I A, o portfólio é uma ferramenta que podemos utilizar para rompermos com o paradigma da avaliação tradicional feita com provas final de cada semestre.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 11h23
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Olá pessoal, por motivo de força maior, durante muito tempo, não consegui fazer minhas postagens; agora estamos de volta com a força, quase, máxima rsrs; Roberto Carlos cantaria este regresso da seguinte forma “eu voltei agora é para ficar (...) rsrs.



Escrito por edvaldocarvalho94 às 10h22
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